segunda-feira, 11 de julho de 2011

E se tu fosses...

Se eu fosse um mês, eu seria: Janeiro. 
Se eu fosse um dia da semana seria: Segunda-feria. 
Se eu fosse uma hora do dia: 22h30. 
Se eu fosse um planeta: Vénus. 
Se eu fosse uma direção: Este. 
Se eu fosse um móvel: Estante. 
Se eu fosse um pecado: Gula. 
Se eu fosse um líquido: Elixir da vida. 
Se eu fosse uma pedra: Safira. 
Se eu fosse uma flor: Tulipa branca. 
Se eu fosse uma estação: Primavera.
Se eu fosse um instrumento musical: Piano. 
Se eu fosse uma cor: Verde. 
Se eu fosse um animal: Apple (o meu cão). 
Se eu fosse um barulho: Sopro. 
Se eu fosse uma comida: Esparguete com legumes salteados.
Se eu fosse uma sobremesa: Bolachas Doce Húngaro. 
Se eu fosse um doce: Chocolate Preto. 
Se eu fosse um lugar: Londres.
Se eu fosse um desporto: Ballet. 
Se eu fosse um objeto: Livro. 
Se eu fosse uma parte do corpo: Olhos/Sorriso. 
Se eu fosse uma expressão facial: Alegria. 
Se eu fosse uma matéria: Literatura. 
Se eu fosse um astro: Lua. 
Se eu fosse um número: 6. 
Se eu fosse um país: Portugal. 

Dor, mais estrangeiradamente, Pain.

Dor. Como podemos decifrar esta palavra que aparece por variadas razões mas sempre da mesma maneira penosa criando fridas em cima de laços feitos com a maior dedicação. Dor. Aquele sentimento que nos mastiga, metaforicamente, sem dó nem piedade, sem compaixão nem questões de solidariedade. Dor. O que o ser humano evita ao máximo mas que não consegue evitar sempre cavando um buraco no coração. Dor. Sempre presente, sempre escondida, sempre à mostra, sempre coberta como se de uma antítese se tratasse. Dor. Que brota pelos olhos os restos da felicidade outrora rígida, moída em correntes que renovam a vida do nosso corpo. Dor. O material estragado que se cola à nossa face como se de um drama falso se tratasse. Dor. Uma coisa tão minúscula que explode num momento só fazendo de todos os ‘amo-te’ cinza, nada mais do que lixo vulgar e inutilitário. Dor. Elevada na sua protagonização pelas banalidades que ofereceram, num passado, ao nosso coração. Dor. A cerra que atravessa o meio que antes não existia. Dor. O clique desnecessário para uma vida real sem sinal de fantasia e cheiro de imitação. Dor. Quando uma criança chora por lhe doer a garganta. Dor. Quando uma mãe chora pela perda de um filho. Dor. Quando a traição se prostrou à nossa pele. Dor. Quando foge o nosso amor.
Por isso, questiono o ser humano do que se trata, numa frase, a dor se é possível identificá-la no seu trono construído na confusão do nosso fosso?

terça-feira, 24 de maio de 2011

Porque é que agi assim?

Estou com receio. E ele corroi-me por dentro sem demoras, sem exitações. Não sei como fui capaz de agir de tal maneira sem pensar nas consequências que resultariam desse acto infame e sem razão. Como fui capaz? Agora o arrependimento queima-me a minha inocência que pensava eu estar petreficada. Não passo de mais um ser inconsciente que dá um passo fundo sem saber o que está a fazer. Será que isto alguma vez mudará? Será que vou deixar de mostar o meu lado mais fútil e mentiroso e trocá-lo por o mais calmo e sincero? Não sei, não consigo, neste momento, responder a estas perguntas mas a vontade de encontrar as respostas para elas é sonora.
Agora, resta-me definhar a enfentrar as consequências que posterioram dos meus actos sem nexo, tão desconcertados do meu ser, confusos e sem lógica. Vou ter que estar arrependida muitas vezes para, TALVEZ, encontrar uma pequena pista para as respostas às perguntas por mim já publicadas. Fazendo figas, me despeço para este Meu Mundo incorrecto!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Ainda bem que tudo acabou por ficar perto do lugar certo. Estou grata por Alguém me ter ouvido... Sinto que posso sorrir com alguma sinceridade. Há coisas que ficaram resolvidas pela pior maneira com um resultado negro e feio; há outras que se resolveram por si próprias ou por algum esforço das partes envolvidas e o seu resultado é satisfatório repleto de cor e aromas de flores. Estamos na Primavera, certo? Se tudo corresse de acordo com as estações do ano, bem que estávamos metade do ano mal e outra metade bem. Penso que seria bom visto que no Inverno só apetece estar em casa a resolver os problemas com uma chávena de chá quente. Já no Verão a mesma vontade não desperta, e ainda bem. Visto que nos apetece ir para a praia e conviver com os nossos amigos ao som de uma boa música do Bob Marley. Bem encaradas as coisas, por esta altura, estaríamos felizes e prontos a desabrochar para uma nova etapa da nossa vida. Não tenho a certeza se isso é que está a acontecer..

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A Covardia cheira muito mal.

Estou realmente farta da hipocrisia que leva à covardia. As pessoas não conseguem evitar de falar mal sobre os outros e depois falta a coragem para as dizer na cara. Acobardam-se nas suas próprias palavras e choram de remorsos na sombra das suas próprias mentiras. Castigam os outros pelo que têm medo de fazer, censuram as acções que lhes são provenientes.
Porque é que fazem isto? Talvez porque não têm uma vida própria e necessitam, como um ser normal de oxigénio, de falar mal dos outros e venerarem-se com a sua própria indecência.
Esses próprios seres esquisitos e mesquinhos pensam que os outros seres, aqueles normais e honestinhos, desejam fulgurantemente comprar as suas vidas sociais numa loja de conveniência.(Isto, adaptado de uma ideia de um texto de uma pessoa que é denominada normal).
O que eles não sabem é que as suas vidas sociais são uma valente bosta que não serve de almoço a ninguém. Que essas pessoas banais têm uma vida bastante mais interessante e que não anseiam por comprar uma daquelas charadas baratas que se encontram à venda numa lojinha onde tudo entra. Que não precisam de andar a inventar palavras fortes para se auto-intitularem de 'machaslatinas' da praça.
Em suma, uma das coisas mais inervantes que coexiste com a nossa espécie neste Mundo, a meu ver, é a covardia daqueles que se sentem os mais capazes de tudo. Tenho tudo dito e há mesmo quem enfia a carapuça!

domingo, 15 de maio de 2011

Eu quero ajudar-te minha perdição, quero mesmo. Não sei como, vejo-me perdida e sem ferramentas que me ajudem a fixar o teu coração despedaçado. Agarro alguns pedaços desse teu coração lindo e perdido e choro com o meu coração também que se despedaça também. Sem ferramentas damos as mãos e olhamo-nos como irmãs. Tudo se recolheu e só ficamos nós e a paz. Por momentos, tudo se curou, tudo se fixou no brilho dos teus olhos, a perfeição existiu, o amor floriu no coração do Mundo.
 És maravilhosa e eu amo-te ♥. És deliciosa, o meu doce da vida, a cereja em cima de todos os problemas, as calorias que me fornecem energia. ÉS TUDO para mim e eu não te posso perder por nada. Fica comigo para... sempre, beija-me e abraça-me com os teus olhos de sinceridade. És uma mulher linda. Sim, uma mulher com todos os seus encantos e beleza. És mais do que todos possam pensar, és muito mais do que todos vêm. Só quem te ama é que sabe o quanto és magnífica, uma verdadeira amiga. És a minha melhor amiga, aquela que eu procuro em qualquer circunstância. ♥. AMO-TE!

Eu amo-te. Sim!, e quero-te ao meu lado. Posso não agir da melhor maneira, posso até nem merecer ter-te ao meu lado mas eu quero que me continues a amar e a beijar. Posso não ir ter contigo quando mais queres, posso não te dizer as coisas mais lindas que uma namorada tem como dever escrever/ditar. Mas o que interessa, no final de tudo, é o que eu sinto. E eu amo-te e quero-te do meu lado, outra vez.